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    <title>Informática: Curiosidades</title>
    <link>http://www.educacao.org.br/ep/informatica/Lists/Curiosidades/AllItems.aspx</link>
    <description>Alimentação RSS para a lista Curiosidades.</description>
    <lastBuildDate>Thu, 09 Sep 2010 18:35:26 GMT</lastBuildDate>
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      <title>Informática: Curiosidades</title>
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      <link>http://www.educacao.org.br/ep/informatica/Lists/Curiosidades/AllItems.aspx</link>
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    <item>
      <title>Qual o potencial de cloud computing?</title>
      <link>http://www.educacao.org.br/ep/informatica/Lists/Curiosidades/DispForm.aspx?ID=51</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div><font color="#969696">Ao avaliar resultado de algumas companhias nesta seara, InformationWeek EUA tira conclusões <br></font>&nbsp;</div>
<div>As companhias levarão suas principais aplicações para a nuvem? Trata-se de uma das perguntas mais feitas sobre o assunto e a NetSuite tenta responder por meio de seus resultados. Baseado no balanço do terceiro trimestre da companhia, a resposta para essa questão permanece parcialmente nebulosa. </div>
<div>&nbsp;</div>
<div>A NetSuite é um microcosmo do que aconteceu e do que poderia acontecer com computação em nuvem e ERP. Ela é um dos poucos fornecedores que oferecem aplicativos de planejamento de recursos no modelo software como serviço (SaaS, da sigla em inglês). E, desde que se tornou pública, é a única a detalhar o quanto de software de gestão vende no modelo como serviço. </div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Observando o desempenho da companhia, e listando algumas exceções no mercado, dá para se ter uma ideia do que as corporações realmente estão pensando sobre cloud computing para aplicativos da área de finanças e outros departamentos considerados críticos. </div>
<div>Primeiro, as notícias ruins. Não pode-se desconsiderar que a receita da NetSuite se manteve estável por cinco trimestres. E, depois de dez anos de mercado, ela ainda não se tornou lucrativa (no último balanço trimestral a empresa reportou prejuízo de US$ 8 milhões). É preciso considerar ainda que companhias de SaaS que produzem grande parte de sua receita com apenas um tipo de software (Salesforce.com para CRM e SucessFactors para gerenciamento de capital humano) são lucrativas e têm apresentado fortes vendas. </div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Há ainda muita discussão sobre o potencial de SaaS tomar espaço de softwares vendidos no modelo tradicional, por conta de seu baixo custo. Mas este cenário nunca se mostrou para a NetSuite. Quando esta empresa perde alguma grande venda é porque o prospect continua em &quot;status quo&quot;, afirma o CEO da NetSuite, Zach Nelson. Nelson afirma que em suas viagens internacionais vê um &quot;oceano de mudanças&quot; sobre as percepções dos clientes em relação a um ERP na nuvem. </div>
<div>&nbsp;</div>
<div>O foco da NetSuite continua sendo empresas de pequeno e médio porte, mas a companhia tenta uma estratégia para atrair grandes grupos ou ainda que essas multinacionais escolham a plataforma de ERP em nuvem para suas subsidiárias, por exemplo. A Jollibee, empresa de fast-food, utiliza Oracle, mas escolheu NetSuite para divisões na China, Vietnã e Estados Unidos. Não havia como a Jollibee padronizar sistemas SAP ou Oracle nas subsidiárias. &quot;Isso levaria de três a seis meses. Ela abriu 40 filiais em um mês e meio e levaria três anos para padronizar tudo em Oracle&quot;, explicou Nelson. </div>
<div>&nbsp;</div>
<div>A saída de clientes tem sido um problema para companhias de SaaS, uma vez que as empresas pagam por uma assinatura e podem desistir do acordo mais facilmente. Na NetSuite, essas desistências são um problema, mas Nelson garante que o quadro é de estabilidade. E, diante dessa constatação, é fácil entender porque a empresa quer focar também grandes corporações. Firmas de menor porte entram e desistem constantemente. Quarenta por cento dos clientes NetSuite gastam menos de US$ 10 mil por ano com a companhia. Mas, como resultado da nova estratégia, no último trimestre a NetSuite já contabilizava acordos de US$ 100 mil ao ano. </div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Finalmente, Nelson deixou no ar algo intrigante sobre um projeto da SAP conhecido como Business ByDesign. O CEO da NetSuite afirmou que seu cliente Commco queria deixar o SAP R/3 e, para isso, comparou o NetSuite com o Business ByDesign. De acordo com Nelson, executivos da Commco afirmaram que a plataforma da SAP tinha &quot;30% menos funcionalidades que o NetSuite.&quot; </div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Em dez anos de mercado, a companhia não esboçou grande crescimento e não se tornou lucrativa, mas, no último trimestre, a NetSuite reportou a maior receita em sua história. </div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Desta forma, utilizando a NetSuite como um caso de estudo sobre o potencial de ERP na nuvem, diria que estamos em uma fase ainda sem conclusão. É difícil precisar se existe uma tendência de grandes empresas adotarem o modelo.<br>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div align=right><font color="#808080">Mary Hayes Weier | InformationWeek EUA<br>06/11/2009 </font><br><br></div></div>
<div><b>Data:</b> 30/10/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Pegoraro de la Vega</author>
      <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:38:56 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.educacao.org.br/ep/informatica/Lists/Curiosidades/DispForm.aspx?ID=51</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Gartner recomenda às empresas deixar o Windows XP</title>
      <link>http://www.educacao.org.br/ep/informatica/Lists/Curiosidades/DispForm.aspx?ID=64</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div><strong>Relatório aponta que, embora Microsoft tenha dito que oferecerá suporte ao sistema até 2014, muitas aplicações deixarão de funcionar no XP a partir de 2012.</strong></div>
<div align=right><font size=1>Por Network World/EUA<br>02 de junho de 2010 - 14h31</font></div>
<div align=left><font size=1></font>&nbsp;</div>
<div align=left><font size=2>A&nbsp;maioria das organizações deveria começar a esboçar planos para eliminar o Windows XP e migrar para o Windows 7, aconselham analistas da empresa de pesquisas Gartner.</font></div>
<div align=left><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div align=left><font size=2>Cerca de 80% dos clientes da Gartner saltaram o Windows Vista, e se apoiam principalmente no velho Windows XP, afirma a empresa.</font></div>
<div align=left><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div align=left><font size=2>O Windows 8 &quot;não chegará tão cedo&quot;, portanto &quot;a maioria das organizações deveria planejar e testar o Windows 7 este ano&quot;, defende a Gartner.</font></div>
<div align=left><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div align=left><font size=2>A Microsoft tem dito que fornecerá suporte para o XP até abril de 2014, o que aparentemente dará às empresas bastante tempo para que migrem para um novo sistema operacional. No entanto, em 2012 as novas versões de muitas aplicações não funcionarão no XP, e vários desenvolvedores independentes de software começarão a eliminar o suporte ao XP, argumenta a empresa.</font></div>
<div align=left><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div align=left><font size=2>Em muitas empresas, o planejamento, o teste e o uso piloto de um novo sistema operacional leva de 12 a 18 meses. Assim, elas deveriam começar a testar o windows 7 este ano.</font></div>
<div align=left><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div align=left><font size=2>&quot;Boa parte das organizações deveria tentar eliminar o Windows XP até o fim de 2012&quot;, afirma a Gartner.</font></div>
<div align=left><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div align=left><font size=2>Um quarto dos entrevistados para uma pesquisa da CDW realizada no começo deste ano disseram já planejar a migração para o Windows 7 dentro de um ano. Mas metade dos 618 pesquisados não tinha planos de migração, e alguns disseram que iriam esperar até que a Microsoft parasse de fornecer suporte ao sistema.</font></div>
<div align=left><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div align=left><font size=2>Mesmo assim, os primeiros indicadores do Windows 7 são melhores que os do Vista, que foi amplamente ignorado pelos consumidores.</font></div>
<div align=left><font size=2>O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, admitiu recentemente que o Vista &quot;simplesmente não foi bem executado&quot;, mas mostrou-se otimista em relação ao Windows 7, conclamando as empresas a fazer o upgrade o quanto antes.</font></div>
<div align=left><font size=2>Usuários domésticos já estão deixando o Windows XP, e se as empresas não fizerem o mesmo &quot;muitas pessoas perguntarão a seus chefes por que eles não têm o mesmo ambiente que usam em casa&quot;, disse Ballmer mais de um ano atrás.</font></div>
<div align=left><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div align=left><font size=2>Apesar de a Microsoft ter dificuldade em algumas áreas, e perder o título de &quot;empresa de tecnologia mais valiosa do mundo&quot; para a Apple, o Windows 7 poderá se tornar um grande sucesso. No momento, análises positivas do novo sistema operacional têm ajudado a Microsoft a melhorar significativamente suas avaliações de satisfação do consumidor, de acordo com o índice American Customer Satisfaction.<br></font></div>
<div align=right><font size=1>Fonte: </font><a href="http://computerworld.uol.com.br/gestao/2010/06/02/gartner-recomenda-as-empresas-deixar-o-windows-xp/"><font size=1>http://computerworld.uol.com.br/gestao/2010/06/02/gartner-recomenda-as-empresas-deixar-o-windows-xp/</font></a></div>
<div align=right><font size=1>Extraído em 04/06/2010 às 10h52</font></div></div>
<div><b>Data:</b> 23/10/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Pegoraro de la Vega</author>
      <pubDate>Fri, 04 Jun 2010 14:06:34 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.educacao.org.br/ep/informatica/Lists/Curiosidades/DispForm.aspx?ID=64</guid>
    </item>
    <item>
      <title>8 dicas para melhorar a performance da rede corporativa</title>
      <link>http://www.educacao.org.br/ep/informatica/Lists/Curiosidades/DispForm.aspx?ID=66</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div><font color="#808080" size=2>Uma boa gestão dos ambientes pode refletir na melhoria do desempenho. Confira algumas medidas simples que podems ser adotadas pela TI.</font></div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Por Network World (EUA)<br>14 de junho de 2010 - 12h59</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Encontrar e resolver problemas na rede não é tarefa fácil. A questão vai além de identificar e prever possíveis gargalos. Para não correr riscos, o departamento de TI precisa conhecer profundamente a infraestrutura e a dinâmica de tráfego de voz e dados.</font></div>
<div><font size=2>Acompanhe dez dicas de especialistas voltadas a trazer ganhos significativos de performance nas redes corporativas, em especial, para acompanhar a velocidade de crescimento das organizações:</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2><strong>1 – Atualização – </strong>Não são raros os casos em que os departamentos de TI têm a ingrata tarefa de adaptar plataformas velhas às infraestruturas de última geração demandadas pela empresa. O resultado é um sistema de virtualização&nbsp; ultra moderno rodando em meia dúzia de máquinas com WinNt4.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Ficar preso ao passado custa caro em termos de tempo e velocidade, além de fragilizar as decisões de negócio. Não fique noites e mais noites remoendo a melhor maneira de transferir um sistema septagenário para a nova estrutura. Sim, modernizar custa mais caro, mas o retorno é garantido.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2><strong>2 – Testes e ensaios</strong> – Não tem desculpa. Pelo preço de um servidor é possível criar uma estrutura monstruosa para ensaios de performance de sistemas. Por 1.500,00 dólares pode-se comprar um equipamento com processador dual core e, no caso das aplicações, para fugir de custos com licenças, há a opção do VMware em Linux ou o VMware ESXi.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Combine uma estrutura nesses moldes com ferramentas como GSN3 e qualquer teste de rede ou infraestrutura de sistemas poderá ser realizado. Uma excelente solução para identificar gargalos e encontrar a configuração de memória e recursos ideais para o servidor.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2><strong>3 – Esteja sempre alerta </strong>– o monitoramento de rede e de sistemas é essencial para localizar mazelas que atrasam o andamento das coisas. Normalmente, o problema de lentidão não é culpa da rede, e, sim, do usuário, mas, a não ser que seja possível encontrar os potenciais erros, sua empresa estará entregue às dores causadas por reclamações.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Se a opção for por sistemas proprietários ou software livre, não importa. Existe uma base de recursos quase infinita para observar todos os aspectos essenciais, de latência e de carga até a performance da área de armazenamento em rede (SAN - Storage Area Network) e a requisição de discos. Desenvolva gráficos para otimizar a interpretação dos dados colhidos.</font></div>
<div><font size=2>Já que a empresa decidiu usar ferramentas de monitoramento, a sugestão é ficar de olho em todos os processos: utilização da CPU dos roteadores e switches, análise do log de erros nas interfaces Ethernet e problemas de endereçamento IP.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2><strong>4 – Auto-conhecimento</strong> – Monitoramento é uma parte da gestão eficiente da rede. Mas, o que fazer quando os aplicativos comem os recursos disponíveis? Para muitos profissionais de TI, o funcionamento detalhado de como os processos se dão dentro de um ambiente de software beira a mistura entre magia negra e astrologia.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Muitos fornecedores de software se dão por satisfeitos depois de vender e implementar um sistema na rede do cliente, e, sinceramente, deixar que isso aconteça significa menos trabalho para a indústria de TI. O problema está na hora em que o sistema.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Invista algum tempo em ensaios com os aplicativos e mantenha o olho aberto às possíveis falhas do programa. Execute todos esses testes antes de investir na aquisição do aplicativo. Prevenir ainda é melhor que remediar.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2><strong>5 – Capacidade é rei.</strong> Desempenho, imperador – Agora existem no mercado discos rígidos SATA de 2TB de capacidade. É fácil partir desse pressuposto para a conclusão apressada de que basta espremer o máximo de discos rígidos em um rack, e pronto, seus problemas acabaram. Cuidado. Se por um lado a capacidade dos discos de 2TB é uma mão na roda, eles herdam de seus antecessores, os discos de 1TB, uma importante característica: a velocidade de 80 IOPS (operações de entrada e de saída por segundo).</font></div>
<div><font size=2>Partindo do princípio que os dados nos discos da empresa não são estáticos, a performance com discos de 1TB irá prover muito mais satisfação que seus primos com o dobro da capacidade.</font></div>
<div><font size=2>Servidores de e-mail e bases de dados são um exemplo clássico de discos que necessitam de alta performance. Deixe os discos mais robustos para as tarefas de armazenamento.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2><strong>6 – Cuidado com a matemática</strong> – A empresa resolve virtualizar um conjunto de 100 computadores, munidos com processadores de clock 1GHz, 1 GB de RAM e tráfego de discos na casa dos 250 IOPS. O ábaco diz que uma máquina com oito processadores de seis núcleos cada, armada até os dentes com 128MB de RAM, deveria dar conta dessa tarefa com relativa tranquilidade, não é? Quase. Lembre que haverá necessidade de 140 discos Fiber Channel a 15mil RPM ou SAS (Serial Attached SCSI) instalados no sistema para prover o tráfego de dados esperado. Não reduza tudo à performance de processamento. </font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2><strong>7 – Desduplicação ou não, eis a questão</strong> – Com o aumento exponencial do volume de dados, a melhor solução é partir para a procura por recursos que economizem os caros terabytes. Uma das modalidades que podem ajudar nisso é chamada de desduplicação. Equivale a eliminar toda a “sujeira” que, automaticamente, é armazenada no processo de backup dos dados, e salvar apenas o que interessa. Há excelentes soluções para backups “limpos” rodando em estruturas que possibilitam o resgate automático de eventuais dados perdidos.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Mas, como toda grande ideia, existem os pontos falhos nesse esquema. O principal entrave é o volume de trabalho necessário para manter as engrenagens lubrificadas. Não é de espantar que a NetApp, um dos grandes no segmento de comercialização de discos SAN, inclua em sua oferta a desduplicação de discos primários e o upgrade de performance de controladores de disco com base em módulos de aceleração. O trabalho de identificar e consolidar blocos duplicados em dispositivos de armazenamento é absurdo, bem parecido com o preço.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2><strong>8 – Turbine o backup</strong> – O processo de backup é, normalmente, mais lento do que se gostaria, e acelerar esse isso remete mais à arte do que à técnica. E existe um problema que tira o sono dos profissionais responsáveis por esse trabalho.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Se o processo de backup se dá diretamente na fita, é bastante provável que os drives estejam subnutridos. A geração de drives atual, baseada em LTO4 - que deverá, em breve, ser substituída por LTO5 -, possui, teoricamente,capacidade de tráfego de dados igual a 120Mbps, coisa que praticamente ninguém viu acontecer ainda. Ocorre que dificilmente o resto do conjunto está à altura de tal velocidade de gravação.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Em ambiente de ensaio, um par de discos SAS dispostos num modelo RAID1 pode ser capaz de produzir muito além dos 120Mbps, mas, de volta a realidade, uma cópia de arquivos via rede em um ambiente Windows, com raras exceções irá ultrapassar os 60MBps.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Ocorre que a performance dos drives de fita cai radicalmente quando os buffers não estão ocupados. Trocando em miúdos: o problema não está nos drives de fita, e, sim, nos dispositivos de armazenamento. Parece não haver solução a não ser um investimento expressivo em backup entre discos, mas sempre haverá a opção por um SAN.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div align=right>Fonte: <a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2010/06/02/8-dicas-para-melhorar-a-performance-da-rede-corporativa/"><font size=1>http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2010/06/02/8-dicas-para-melhorar-a-performance-da-rede-corporativa/</font></a></div>
<div>&nbsp;</div>
<div align=right><font size=1>Extraído em 17/06/2010 às 11h</font>05</div></div>
<div><b>Data:</b> 30/10/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Pegoraro de la Vega</author>
      <pubDate>Thu, 17 Jun 2010 14:05:32 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.educacao.org.br/ep/informatica/Lists/Curiosidades/DispForm.aspx?ID=66</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Rede Wi-Fi dos aviões precisa ser segura</title>
      <link>http://www.educacao.org.br/ep/informatica/Lists/Curiosidades/DispForm.aspx?ID=67</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div><font color="#808080" size=1>Tim Zimmerman, do Gartner <br>Segunda-feira, 14 de junho de 2010 - 11h17</font></div>
<div><font size=1></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>SÃO PAULO - Companhias aéreas estão capacitando seus voos com conexões Wi-Fi.</font></div><font size=1>
<div><br><font size=2>Assim permitem que os passageiros acessem a internet e chequem e-mails, baixem apresentações ou enviem mensagens instantâneas para colegas a mais de 9 quilômetros de altura.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Organizações de TI precisam garantir que as pessoas lidem com essa conectividade como se estivessem usando um hotspot, compreendam o desempenho possível e evitem ameaças à segurança.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Considerações básicas</strong></font></div>
<div><br><font size=2>Embora a conexão Wi-Fi a bordo para passageiros se conecte à infraestrutura wireless usando ponto de acesso de 802.11b/g (chegando a 54 Mbps), o desempenho real não ultrapassa os 250 Kbps.</font></div>
<div><br><font size=2>Algumas linhas aéreas não limitam o consumo de largura de banda, por isso o número total de passageiros tentando usar o serviço, ou uma pessoa tentando fazer streaming de vídeo durante o vôo, reduzirá a velocidade do tempo de operação para todos que se conectarem ao serviço.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Recomendações</strong></font></div>
<div><br><font size=2>Como a conexão wireless no avião funciona com transmissão de dados não criptografados, os passageiros devem utilizar uma conexão de rede privada virtual (VPN) para evitar o compartilhamento de informações. Passageiros que frequentemente se conectam fora do firewall corporativo devem usar autenticação de dois fatores (duas formas de identificação: uma normalmente é uma chave física, a outra costuma ser um código de segurança).</font></div>
<div><br><font size=2>Passageiros precisam configurar suas contas antes de voarem, para proteger dados privados quando estiverem usando o serviço a bordo. Filtros de privacidade também são úteis para restringir o alcance de olhos curiosos.</font></div>
<div><br><font size=2>Passageiros que tomam as devidas precauções podem usar a conectividade Wi-Fi em vôos para se conectar à internet ou à origem corporativa.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>ANÁLISE</strong></font></div>
<div><br><font size=2>Executivos sempre procuram maneiras de aproveitar melhor as horas do dia. Apesar de a tecnologia não alterar a duração dos dias, a expansão do acesso Wi-Fi em vôos está permitindo horas de produtividade que antes eram “perdidas”.</font></div>
<div><br><font size=2>A conectividade Wi-Fi em aviões não é novidade; companhias como a Lufthansa oferecem este serviço há mais de três anos e, após uma breve interrupção, voltou a disponibilizar a conectividade Wi-Fi para vôos transatlânticos. Parece estar surgindo uma moda nos EUA, onde as empresas vem anunciando o serviço para vôos domésticos, como fazem a AirTran e a American Airlines. Embora o wireless a bordo permita que as pessoas verifiquem e-mails, usem serviços de mensagens instantâneas ou baixem apresentações, organizações de TI precisam garantir que os passageiros: </font></div>
<div><br><font size=2>Usem essa conectividade como se ela funcionasse como um hot spot.</font></div>
<div><br><font size=2>Se preparem para usar o serviço antes de entrarem no avião.</font></div>
<div><br><font size=2>Tenham expectativas de desempenho realistas.</font></div>
<div><br><font size=2>Tenham cuidado e evitem riscos de segurança.</font></div>
<div><br><font size=2>&nbsp;</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Prepare-se</strong></font></div>
<div><br><font size=2>O primeiro passo das melhores práticas de conectividade é a preparação. Se os passageiros sabem que vão tentar se conectar durante o vôo, devem assegurar que seus computadores tenham todas as atualizações de segurança instaladas, incluindo firewall pessoal, antivírus, anti-spyware e aplicações para usuário final, assim como correções de falhas do sistema operacional. Uma vez que o PC está preparado, é necessário verificar com a companhia aérea quais serviços terceirizados estão disponíveis. Além disso, crie as possíveis contas necessárias para se conectar antes de subir no avião, já que dessa forma estará mais protegido do que se digitar informações pessoais como número de cartão de crédito ao lado de pessoas desconhecidas.</font></div>
<div><br><font size=2>Quando sua conta estiver aberta, considere comprar um ou mais passes de usuário único ou créditos, porque múltiplos créditos podem ser necessários em vôos muito longos. Os preços iniciais de acesso durante um vôo variam de 4 a 10 dólares, dependendo da duração do vôo e das opções para um passe de 24 horas, e os acessos mensais ou de múltiplos créditos custam a partir de 30 dólares. Opções para acesso em dias específicos devem ser evitadas porque cancelamentos de vôos, mudanças de horário ou atrasos podem impedir o uso de serviço. Atualmente, essa nova conectividade é independente dos planos de acesso remoto ou hot spots disponíveis.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Expectativas realistas</strong></font></div>
<div><br><font size=2>Sua experiência dependerá de alguns fatores. Primeiro, mesmo que os passageiros se conectem ao Wi-Fi por um cano de dados de 54 Kbps, a velocidade da conexão será de até 250 Kbps. Isso acontece em parte devido à conexão 3G lenta que é usada para conectar o avião à banda larga terrestre. Além disso, a conexão do ar para a terra é compartilhada por todos os passageiros. Embora os algoritmos de comunicação garantam que todos os que quiserem se conectar o conseguirão e os algoritmos de compressão eliminarão as redundâncias de dados, na realidade, mais gente tentando usar a conexão implica menos conexão disponível. Se os passageiros entenderem antes de subir a bordo o desempenho de conexão possível durante o vôo, podem planejar o que efetivamente farão durante o vôo e não se sentirão frustrados com trabalhos incompletos. Tecnologias mais robustas permitirão melhores aplicações de comunicações e é possível que elas não demorem muito para chegar ao mercado. Passageiros não tendem a ter problemas durante os vôos, mas aqueles ávidos por checar caixas de entrada de correio eletrônico transbordantes devem configurar suas contas para baixar apenas os títulos das mensagens até que saibam a real capacidade da conexão.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Seja cauteloso e evite riscos de segurança</strong></font></div>
<div><br><font size=2>Por regra, passageiros que se conectam foram do firewall corporativo precisam ser cautelosos. Em um espaço físico restrito, estar seguro exige mais do que um assento isolado. Os laptops dos passageiros devem possuir um firewaal pessoal que suporte políticas específicas de conexão.</font></div>
<div><br><font size=2>No pior cenário, as credenciais de acesso remoto de VPN podem ser espionadas ou armazenadas por um curioso usando outro laptop. Oportunidades de violação de confidencialidade de fato existem em hotspots e cyber cafés, e são potencializadas pelo espaço restrito e pela audiência entediada em um avião. Se os passageiros são constantemente trabalhando fora do ambiente corporativo, as organizações de TI devem considerar a implementação de uma autenticação de dois fatores. Se o processo de autenticação VPN é complexo para um observador de fora, as chances de um login válido ser reconhecido ou duplicado são menores.</font></div>
<div><br><font size=2>Apesar de o serviço Wi-.Fi ser capaz de criptografar as informações de cartões de crédito depois elas forem inseridas, um avião não é um ambiente privado e os dados que você digitar podem ser vistos por desconhecidos. Antes de subir a bordo é o melhor momento para comprar um filtro de privacidade para a tela do seu laptop.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Conclusão</strong></font></div>
<div><br><font size=2>Poder se conectar à internet durante um voo pode ser muito útil, desde que os passageiros estejam preparados e cientes das limitações de conectividade. Uma tendência entre pessoas que costumam usar esse serviço é a preocupação com a bateria dos computadores. Conforme notamos os reais benefícios de produtividade deste serviço, ressaltamos que recarregar a bateria adequadamente é fundamental antes de partir. </font></div>
<div><br>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div></font>&nbsp;</div></div>
<div><b>Data:</b> 29/10/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Pegoraro de la Vega</author>
      <pubDate>Tue, 22 Jun 2010 11:25:50 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.educacao.org.br/ep/informatica/Lists/Curiosidades/DispForm.aspx?ID=67</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Microsoft lança prévia do IE 9 para desenvolvedores</title>
      <link>http://www.educacao.org.br/ep/informatica/Lists/Curiosidades/DispForm.aspx?ID=68</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Corpo:</b> <div><font color="#808080" size=1>Por IDG News Service<br>Publicada em 24 de junho de 2010 às 09h47</font></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><font size=2><strong>Para o mais recente lançamento, os desenvolvedores da Microsoft adicionaram suporte ao HTML5 Canvas, e tags de áudio e vídeo.</strong></font></div>
<div><font size=2><br>A Microsoft avança para a próxima fase de desenvolvimento do Internet Explorer 9 (IE9), ao lançar, nesta quinta-feira (23/6), a Platform Preview 3 (PP3). Os desenvolvedores podem baixar o programa para conferir algumas das novas funcionalidades que serão incorporadas a nova versão do browser. </font></div>
<div><font size=2>Para o mais recente lançamento, os desenvolvedores da Microsoft adicionaram suporte HTML 5, com Canvas e tags de áudio e vídeo. A nova funcionalidade permite a execução de conteúdo interativo e vídeo on-ine em navegadores compatíveis - serviço semelhante ao Adobe Flash, no entanto sem a necessidade de qualquer aplicativo de terceiros ou plugins de navegação.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Ao mesmo tempo, a Microsoft também lançou um vídeo, no qual é possível acompanhar algumas desta novas capacidades do IE9 PP3. Ele mostra o desenvolvimento em conjunto com a IMDB e a Amazon ilustrando como será possível reproduzir vídeos nativamente no próprio navegador. </font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>O vídeo também apresenta, rapidamente, as melhorias de desempenho e velocidade, comparando o navegador da Microsoft com outros concorrentes.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>Enquanto isso, IE8 continua reinando entre os navegadores da Web - em termos de participação de mercado e no crescimento de taxa de participação no mercado, mas, o IE9 já está gerando um interesse considerável. O site de testes do IE9 recebeu mais de 16 milhões de visitas, e, segundo a Microsoft, o IE9 Platform Preview foi baixado mais de duas milhões de vezes. </font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>&quot;Essencialmente dizemos que a Microsoft está trabalhando o mais rápido possível, mas também está empenhada em garantir um produto de qualidade&quot;, disse o gerente de programa para o Internet Explorer da Microsoft, Rob Mauceri.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div><font size=2>O IE9 Platform Preview 3 estará disponível para dowlnoad a partir desta quinta-feira (24/6). Para mais informaçãoes, visite o site de testes do IE9 e baixe a versão PP3.</font></div>
<div><font size=2></font>&nbsp;</div>
<div align=right><font size=2><font size=1>(Tony Bradley)</font><br><font size=1>Fonte: </font><a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/06/24/microsoft-lanca-previa-do-ie-9-para-desenvolvedores/"><font size=1>http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/06/24/microsoft-lanca-previa-do-ie-9-para-desenvolvedores/</font></a></font></div>
<div align=right><font size=2><font size=1>Extraído em 24/06/2010 às 13h50</font></div></font></div>
<div><b>Data:</b> 01/10/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Pegoraro de la Vega</author>
      <pubDate>Thu, 24 Jun 2010 16:55:32 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.educacao.org.br/ep/informatica/Lists/Curiosidades/DispForm.aspx?ID=68</guid>
    </item>
  </channel>
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